Roberto

Description:

Fruto da miscigenação brasileira com traços caucasianos, 1,85 de altura e ligeiramente magro.

Roberto se veste como os classicos roqueiros, sempre de calças jeans escuras com bolsos largos ,onde aparentemente ele carrega inumeras tranqueiras, e camisetas pretas de bandas de rock , das classicas as desconhecidas.

Roberto sempre fala em um tom de quem parece que esta com a cabeça ( e os sentidos) em outro lugar, as vezes faz citaçoes aparentemente desconexas e sem sentido mas que se mostram em coisas futuras.

Usuario de drogas licitas, ilicitas e algumas até desconhecidas, tem preferencia por as naturais, nunca demonstrando vicio em nenhuma como ele mesmo diz ele faz essas coisas pra ampliar seus limites.

Faz parte da ala Liberal da Capela

Bio:

“Roberto , o que faz mal é o papelzinho "

-Antiga amiga de Roberto

(http://www.youtube.com/watch?v=6rMloiFmSbw)

Apesar de ser “Lokid Dorgas” esse cara é bom. ele tem um grande poder visionário, alem de sem muito ativo na capela e seus afazeres, não é uma pessoa com o espirito vazio, é alegre, contagiante e engraçado. Porém é instavel e imprevisívele nunca saberemos o seu curso de ação, pois em um determinado momento ele faz A e 1 minito depois ele tah fazendo b, z, k e por ai vai.

“Roberto é a prova viva de que Deus tem seus mistérios e do ditado que diz que Ele escreve certo por linhas tortas. Bem tortas nesse caso. É o grande culpado do maior vexame da minha vida e também um de meus melhores novos amigos.”

"Apesar de usar tantas drogas, e tudo o que for possível para dar um “barato”, e da ficha quilométrica na policia pelos pequenos delitos que comete, Roberto é um bom aliado para se ter dentro da capela."


Ugh , é um pouco chato falar do passado mas vou tentar…

A primeira vez que aconteceu uma coisa estranha, eu tinha uns 6 anos, minha mãe tinha ido a igreja e meu pai ficou em casa me contando a historia do Rei Arthur, eu achei muito legal, fui dormir naquela noite o Adolfo apareceu a primeira vez. No dia seguinte parecia que o mundo estava diferente, parecia que o tempo estava diferente, como se eu me concentrando eu pudesse arrumar ele, sei que parece loucura, mas eu sentia como se fosse um relógio que podia ser adiantado ou atrasado, e foi ai que as coisas começaram a ficar estranhas…

As vezes eu sonhava com coisas que iam acontecer e elas aconteciam , as vezes eu dizia e aconteciam, as vezes só de pensar mais forte, pimba, acontecia, e olha que esse nem era um dos meus maiores problemas.

De inicio todos acharam normal uma criança ter um amigo imaginário, mas quando eu cheguei no colegial o pessoal começou a achar estranho eu e meu amigo imaginário, tanto que minha mãe me levou na igreja pra tirarem o capeta do meu corpo e meu pai me levou no psicólogo. Foi uma conversa estranha.

Nessa mesma época, meus pais começaram a brigar constantemente, ele só trabalhava e minha mãe só ficava na igreja, ela começou até a trabalhar na igreja, eu quase nunca via nenhum dos dois e eu já estava com 15 anos, e aquelas estranhezas viviam acontecendo e eu achando que estava enlouquecendo, o Adolfo vinha quase toda hora pra conversar, pessoas estranhas vinham falar comigo e aquilo estava piorando ….

Sei que não fiz o certo mas um dia aceitei o convite do pessoal do 3º colegial e fui em uma balada com eles, eles eram quase maiores de idade e compraram uma garrafa de Vodka barata (uma das melhores que eu tomei, diga-se de passagem), e ali eu descobri que as coisas funcionavam melhor daquele jeito, putz foi um dos melhores dias da minha vida, a musica, a bebida, as pessoas, tudo parecendo que se encaixava perfeitamente ali naquele ritmo …

Cheguei aquele dia em casa as 5 da matina, minha mãe estava indo pra igreja e meu pai estava chegando do mercado os dois me se viram ou melhor mal me viram , ali eu vi que era só eu e o Adolfo em casa. Decidi que assim que saísse do colegial ia fazer faculdade de musica, mas decidi aproveitar o colegial pra aprender a tocar algo, quando pedi pro pessoal que tocava na escola me ensinar a tocar violão, aquilo parecia que nasceu na minha mão e naquele dia uma das professoras da escola quase como que atraída como uma mariposa atraída pela musica veio ate mim …

A professora de Física, Paula, me chamou com urgência pra sala dos professores, ali eu descobri o que era o Culto, quando terminei o colegial, eu e ela decidimos ir morar juntos e viajar um pouco. Conhecemos quase toda América central , ficamos 6 meses passeando ali , vivendo com os Hipies e comunidades do gênero. Mas ela começou a seguir uma linha um pouco diferente que eu achava legal, e ela decidiu que ia ficar mais uns tempos ali…

Resolvi voltar pra Sp e ir ver meus pais, descobri que meus pais realmente tinham se separado e a minha mãe se casou com um pastor e virou pastora e meu pai, se aposentou e vivia prestando consultoria a grandes empresas…

Decidi que deveria voltar a pensar na faculdade e fui morar em uma republica, ali conheci uma galera gente boa e enquanto eu estudava, montamos uma banda, já que tava tudo indo bem eu decidi que já estava na hora de ir atrás de outros despertos …

Conheci Veyan e ele me ajudou a limpar a corrupção que havia dentro do culto , pegamos 3 Barabaris no culto, e logo após isso virei o líder da tradição, consegui achar mais alguns cultistas pelo caminho, até que ocorreu a semana louca e a nova capela foi feita, e acho que vcs já conhecem a historia desse ponto em diante, pelo menos até hoje.

É feio falar do futuro, mas a viagem do Rammaru, a vinda do Riquinho, o despertar da amiga do Jonathan ,a corrupção da Britney e a queda da capela são coisas que vão vir, eu acho que sei o que vai acontecer, mais acho que sempre que tentamos evitar temos que ter cuidado já que uma pequena alteração pode piorar ou ainda fazer com que aquilo ocorra de verdade e sem volta.

Bom tenho que ir , o Adolfo ta li me chamando porque parece que tem um lobisomens que tem uma gim com cuspe de fada que é muito bom….


Sobre o fim , depois da queda do asteroide(esteroide), durante a noite Roberto delira em febre e canta enquanto todos dormem:

"
Oh, let the sun beat down upon my face, stars to fill my dream
I am a traveler of both time and space, to be where I have been
To sit with elders of the gentle race, this world has seldom seen
They talk of days for which they sit and wait and all will be revealed

Talk and song from tongues of lilting grace, whose sounds caress my ear
But not a word I heard could I relate, the story was quite clear

Oh, oh

Oh, I been flying, mama, there ain’t no denyin’
I’ve been flying, mama, ain’t no denyin’, no denyin’

All I see turns to brown, as the sun burns the ground
And my eyes fill with sand, as I scan this wasted land
Trying to find, trying to find where I’ve been

Oh, pilot of the storm who leaves no trace, like thoughts inside a dream
Hid the path that led me to that place, yellow desert stream
My Shangri-La beneath the summer moon, I will return again
Sure as the dust that floats high in June, when movin’ through Kashmir

Oh, father of the four winds, fill my sails, across the sea of years
With no provision but an open face, along the straits of fear

Oh, oh

When I’m on, when I’m on my way, yeah
When I see, when I see the way, you stay, yeah

Oh, yeah, yeah, oh, yeah, yeah, when I’m down
Oh, yeah, yeah, oh, yeah, yeah, well I’m down, so down
Oh, my baby, oh, my baby, let me take you there

Let me take you there
"

Roberto

Mago Venificina